OBESIDADE JUVENIL DEVE SER TRATADA O QUANTO ANTES

HIPERTENSÃO ARTERIAL

17 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO E STRESS RELEVANTE; UMA FALHA NA REGULAGEM HORMONAL É POSSÍVEL CAUSA DA DEPRESSÃO E STRESS EM SERES HUMANOS


EM RESPOSTA A UMA SITUAÇÃO DE STRESS (ESTRESSE), O CÉREBRO LANÇA UM SINAL DE ALARME À GLÂNDULA SUPRA-RENAL PARA QUE ESTA LANCE NO SANGUE HORMÔNIOS COMO OS GLUCOCORTICOIDES, QUE DESEMPENHAM UM PAPEL IMPORTANTE NA PRESERVAÇÃO DO EQUILÍBRIO FISIOLÓGICO DE DIVERSOS ÓRGÃOS.


Pessoas com stress e depressão relevante e grave produzem quantidades excessivas de hormônios, incluindo o glucocorticoesteróide, o que poderá indicar que o seu cérebro reage diferentemente ao nível de stress (estresse), segundo pesquisadores concluíram que uma possível causa da depressão é a incapacidade do organismo em medir e regular o nível de glucocorticoesteróide no cérebro. O que já foi detectado há muito tempo é que o glucocorticosteroide é um parâmetro relevante para se detectar o nível de stress (estresse)relevante ao qual cada organismo está sendo submetido. Entretanto, é de extrema importância que os hormônios da glândula supra-renal entejam trabalhando em ordem, pois a sua desorganização apesar de ser benéfica em diversas situações, sua disfunção leva a diversos comprometimentos orgânicos indesejáveis. Nos mamíferos, a glândula supra-renal ou adrenal é uma glândula endócrina com formato triangular, envolvida por uma cápsula fibrosa e localizada acima do rim.
A sua principal função é estimular a conversão de proteínas e de gorduras em glicose (substância energética solicitada em caso de algum problema orgânico), ao mesmo tempo que diminuem a captação de glicose pelas células, aumentando, assim, a utilização de gorduras, e consiste na síntese e libertação de hormônios corticosteroides e de catecolaminas, como o cortisol e a adrenalina. Os parâmetros irregulares dessas substâncias causa uma verdadeira anarquia no organismo humano, pois assim como alguns dos hormônios da glândula supra-renal pode degradar a gordura em substância energética, se a disfunção persistir irá criar uma situação inversa, onde o aumento da gordura para fins de reserva futura de energia pode levar ao sobrepeso, obesidade relevante, obesidade visceral, intra abdominal ou central. A gordura também se deposita no rosto, na região malar ("maçãs do rosto"), onde a pele fica também avermelhada, formando-se uma face que é conhecida como de "lua-cheia". Ocorre também afilamento dos braços e das pernas com diminuição da musculatura, e, consequente, fraqueza muscular que se manifesta principalmente quando o paciente caminha ou sobe escadas.
A pele vai se tornando fina e frágil, e nessas condições podemos ver o resultado relevante de stress e depressão associados, e de forma mais devastadora possível. O que temos que considerar é que se ficarmos submetidos a um stress que poderá levar a uma depressão relevante, não se trata apenas de um mal humor inconsequente, mas uma doença de repercussão extensa e grave, que necessita imediatamente ser compensada tanto de ordem psicogênica como endocrinológica e neuroendocrinológica, pois pode nos levar ao êxito letal em não se tomando atitudes adequadas.

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Dr. João Santos Caio Jr
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Dra. Henriqueta V. Caio
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Referências Bibliográficas:
AYALA, A.R. Antagonistas do hormônio liberador da corticotrofina: atualização e perspectivas.Arquivos brasileiros de endocrinologia e metabologia, v.46, n. 6 São Paulo Dec. 2002.. FELDMAN, B.F.; ZINKL, J.G.; JAIN, N.C. Schalm’s Veterinary Hematology. 5ª Ed. Philadelphia:Lippincott Williams & Wilkins, 2000.1344 p.
GONZÁLEZ, F.H.D & SILVA, S.C.da. Introdução à bioquímica clínica veterinária. Porto Alegre, UFRGS, 2003. 198 p. GRIFFIN, J.E. & Ojeda, S.R. Textbook of endocrine physiology. 2º Ed.; New York. Oxford University Press, 1992. GUYTON, A.C.; Hall, J. E. Tratado de fisiologia médica..10ª Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2002.










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16 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO, STRESS (ESTRESSE);


UMA ALTERNATIVA NÃO INVASIVA E QUE PODE COLABORAR PARA TRATAR A DEPRESSÃO DE PACIENTES QUE A TEM DEVIDO AO HIPOTIREOIDISMO, PERIMENOPAUSA, MENOPAUSA, ACNE, SOBREPESO EM ADOLESCENTES, OBESIDADE PRINCIPALMENTE EM ADOLESCENTES, DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO, TPM, SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL, ETC.


A musicoterapia pode melhorar os sintomas de depressão relevante muito comum nos casos de: hipotireoidismo, perimenopausa, menopausa, acne, sobrepeso em adolescentes, obesidade principalmente em adolescentes, deficiência de crescimento, TPM, síndrome pré-menstrual, etc., quando associado ao tratamento antidepressivo padrão e outras substâncias quando necessárias, de acordo com um estudo finlandês publicado pelos pesquisadores na edição de agosto do British Journal of Psychiatry. A musicoterapia não é invasiva, e apenas 20 sessões quinzenais produzem um efeito benéfico. Além disso, não há necessidade de você ser músico para se beneficiar com este tratamento. Esta experiência clínica com a musicoterapia vem se desenvolvendo em pessoas com transtornos psiquiátricos desde a década de 1960. Na Finlândia, a depressão relevante tornou-se uma razão comum para a incapacitação para o trabalho e afeta de 5% a 6,5% da população. O tratamento habitual é a medicação mais aconselhamento psiquiátrico. Psicoterapia também é eficaz, mas o processamento de psicoterapia verbal pode ser difícil ou insuficiente para algumas pessoas. A musicoterapia oferece uma alternativa e é outra maneira de entrar em contato com as emoções e desenvolver relacionamentos. A musicoterapia foi elaborada para ser eficaz, embora em alguns estudos, este método ainda precisa de melhores avaliações para confirmar a sua validade. Procurou-se focar a utilidade da musicoterapia em pessoas deprimidas em idade profissionalmente ativa, não só devido à sua importância sócio-econômica, mas também porque a pesquisa deste grupo é escassa. A musicoterapia consistia em sessões com um terapeuta musical, que consistia em fazer música livre, com bateria e xilofone, bem como conversar.
A idéia era criar uma música livre baseada no sentimento interior do paciente em um contexto seguro e confiável e, em seguida, para a reflexão sobre essas experiências verbalmente. A partir dessa experiência, sabíamos que esse tipo de trabalho é altamente emocional e muitas vezes levam a fortes experiências emocionais e percepções ligadas à própria psicopatologia. Após 3 meses, descobriu-se que os participantes que receberam a musicoterapia tinham uma melhora maior do que aqueles que receberam apenas o tratamento padrão apenas. O estudo também mostrou que a resposta ao tratamento foi significativamente melhor no grupo de musicoterapia do que no grupo controle. Há debates no mundo todo se o tratamento da depressão relevante somente com antidepressivos é suficiente ou se a associação com psicoterapia ou outros tratamentos são necessários além da medicação. Este estudo defende fortemente o bom efeito da combinação de medicação e terapia. Além disso, defende veementemente o benefício de métodos de terapia criativa, exemplo a musicoterapia, no tratamento da depressão relevante. O compromisso com a musicoterapia foi alta nesta avaliação.Tem sido notado também em avaliações anteriores de musicoterapia, que raramente os pacientes abandonam este tipo de terapia, ao contrário do que ocorre com outros tipos de terapia. Provavelmente os pacientes que mais se beneficiam com a musicoterapia são aqueles com capacidade natural para o pensamento simbólico e funcionamento criativo. A música estimula a mente e desencadeia imagens, metáforas e emoções que muitas vezes são pré-conscientes, por natureza. Em outras palavras, a música é uma espécie de linguagem emocional com um monte de resumos, informes e idéias psíquicas. Enriquece a comunicação, estimula e evoca discurso, e através dessas qualidades é uma excelente maneira de lidar com problemas mentais e considerar que são emocionais pela natureza. Fazer música é também uma atividade física, permitindo assim o funcionamento e a comunicação corporal.
Este é um julgamento de alta qualidade aleatório de musicoterapia especificamente para a depressão relevante e os resultados sugerem que ela pode melhorar o humor e funcionamento global de pessoas com este transtorno psíquico (depressão relevante). Sugere-se que esta atividade tem três dimensões interligadas, que são a estética, a física, e o relacionamento interpessoal. Acima de tudo, fazer música é social (e, portanto, interpessoal), prazeroso e significativo: também pode ser por isso que os ensaios clínicos aleatórios de musicoterapia têm mostrado altos níveis de envolvimento com grupos de pacientes que são tradicionalmente difíceis de se envolver com outras formas de terapia. Deve-se estabelecer um marcador claro para o valor da musicoterapia como parte da série de intervenções disponíveis para o tratamento de pessoas com depressão.

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Referências Bibliográficas:
Autor principal Jaakko Erkkilä, PhD, do Centro Finlandês de Excelência em Pesquisa de Música da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia; Anna Maratos, MSc, da Fundação London Trust, Mike J. Crawford, MD, do Imperial College London, e Procter Simon, MMT (NR), do Programa Nacional de Formação de Musicoterapia, Nordoff Robbins, Reino Unido; Br J Psychiatry . 2011; 199:132-139, 92-93. 10 de agosto de 2011.











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15 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO RELEVANTE, STRESS – RELEVANTE


CLIMATÉRIO E MENOPAUSA PROVOCANDO ESTE EFEITO DOMINÓ, POIS QUANDO A MULHER ENTRA EM DECLÍNIO HORMONAL, NÃO SÃO APENAS OS HORMÔNIOS SEXUAIS QUE FICARÃO DEFICITÁRIOS; OCORRERÃO TAMBÉM, MUITAS OUTRAS PAUSAS HORMONAIS OU DEFICITÁRIAS, TIREÓIDE, SOMATOPAUSA OU HGH HORMÔNIO IMPORTANTE EM UM UNIVERSO DE FUNÇÕES, DEFICIÊNCIA EVENTUAL DE INSULINA, EM OUTRAS PALAVRAS, CASO NÃO TOME ATITUDE REPARADORA, É UMA ROSA FENECENDO.


As queixas e transtornos que surgem por ocasião do climatério e menopausa, e pós-menopausa, deverão ser encarados no contexto de uma vivência global, que abrange as alterações endócrinas, neuroendócrinas, mas também os conteúdos psicológicos associados a todas estas transformações biológicas e de relacionamentos, bem como as características de personalidade de cada mulher. A perda de controle sobre o corpo, afetado por irregularidades de funcionamento, envolvidos por ondas de calores súbitos, friachos intensos, que expõem publicamente as mudanças e experiências internas, não permitindo, como Kittel e Voda (1998) assinalaram, “manter as aparências”, vêm precipitar a necessidade e urgência de compreensão e integração deste corpo em mudanças. Há um crescente apoio científico para um papel neuroprotetor do estrógeno em mulheres no decorrer da idade, mesmo que ainda exista a questão de se saber se há riscos para a função cerebral que poderiam superar os benefícios da reposição hormonal pós-menopausa o que não se tem verificado.Em um novo estudo (Diferenças no metabolismo cerebral regional associadas às formulações específicas da terapia hormonal em mulheres pós-menopáusicas em risco para a doença de Alzheimer, Psychoneuroendocrinology (2011) 36, 502-513), HS Daniel Silverman et al. publicaram os resultados de um estudo prospectivo, longitudinal, ensaio clínico aleatório, em que a idade pós-menopausa acima de 40 e 50 a 65 anos com diferentes formas de terapia de reposição hormonal e o risco aumentado para a doença de Alzheimer foram avaliados com testes cognitivos (intelectual, capacidade de concentração, raciocínio, etc.) e de imagem funcional do cérebro com o PET (pósitron electron tomography) no início e após dois anos de qualquer tratamento com ou sem interrupção da terapia de reposição hormonal. Eles foram capazes de mostrar evidências de preservação relativa do metabolismo em regiões cerebrais específicas em todas as mulheres que ficaram mais expostas ao estrogênio endógeno (idade da menopausa menos a idade da menarca).
Além disso, houve especificidade regional neuroprotetor por efeitos estrogênicos. As mulheres que tomam bio-idênticos estradiol 17-beta (β) muito superior ao realizado em mulheres que utilizarão uma substância não ideal denominada estrógenos conjugados equinos (usado com frequência nos USA, mas não eficiente) utilizada em testes de memória verbal, não tinham um metabolismo mais elevado na língua e áreas de memória verbal de seus cérebros sobre o PET scan. As mulheres que tomam compostos equinos e progesterona tinham menor metabolismo em comparação com as mulheres que utilizaram o 17 β-estradiol (estrogênio) em regiões cerebrais frontais e temporais. Estas descobertas suportam um papel neuroprotetor do estrogênio natural da mulher (17 β-estradiol), pelo menos em mulheres de meia idade com risco aumentado para o desenvolvimento futuro da doença de Alzheimer. Como estes resultados podem ser generalizados de forma mais ampla contínua, este estudo corrobora com a ideia de que as decisões atuais sobre se uma mulher deve tomar terapia de reposição hormonal (TRH) após a menopausa, por quanto tempo ela deve tomar, e de que forma ela deve tomar a formulação, devemos considerar seu perfil de risco para a doença de Alzheimer no futuro e deve-se considerar estradiol 17-beta ( β), como o estrogênio, para o uso.
Hoje a sugestão das pesquisas é tal que associação com a progestina é protetora, pois além de evitar doenças neurológicas significativas, também é útil na prevenção de Parkinson, osteoporose, cardioprotetor, e um universo de doenças que acompanham o déficit hormonal, mas este déficit deve ser também acompanhado pela reposição de outros hormônios que seguem o curso da idade, pois não é somente a diminuição dos hormônios sexuais ou sua deficiência a causa de todo o tormento da mulher e mesmo do homem em relação a hormônios com o passar do tempo. Sempre que em uma avaliação criteriosa tiver indicação e o custo saúde - benefício for a favor da boa qualidade de vida e não tiver doenças que contra-indiquem relativamente seu uso, temos que usá-lo com responsabilidade o que for mais saudável e a TRH – terapia de reposição hormonal é uma delas, com o hormônio natural da mulher, (17 β estradiol) e progestina, são formas eficientes de evitar o stress (estresse) e a depressão relevante sem dúvida...

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1. A perda de controle sobre o corpo, afetado por irregularidades de funcionamento, envolvidos por ondas de calores súbitos, friachos intensos, que expõem publicamente as mudanças e experiências internas, não permitindo, como Kittel e Voda (1998) assinalaram, “manter as aparências”, vêm precipitar a necessidade e urgência de compreensão e integração deste corpo em mudanças...
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2. Há um crescente apoio científico para um papel neuroprotetor do estrógeno em mulheres no decorrer da idade, mesmo que ainda exista a questão de se saber se há riscos para a função cerebral que poderiam superar os benefícios da reposição hormonal pós-menopausa o que não se tem verificado...
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3. Considerar seu perfil de risco para a doença de Alzheimer no futuro e deve-se considerar estradiol 17-beta ( β), como o estrogênio, para o uso...
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Referências Bibliográficas:

Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Científico, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo Brasil.Wright et al. 2005, Balbus-Kornfeld et al. 1995; Centro Domar para Mente / Corpo Saúde em Boston, Jacky Boivin, PhD, psicólogo da saúde, Cardiff Fertilidade Estudos Grupo de Pesquisa, Universidade de Cardiff, País de Gales.Richard J. Paulson, MD, professor de obstetrícia e ginecologia; chefe, divisão da endocrinologia reprodutiva e infertilidade, University of Southern California Keck School of Medicine, Los Angeles. 2008 American Academy of Neurology 2010 National Press Foundation da doença de Alzheimer. Harvard School of Public Health em Boston, Massachusetts. Psychoneuroendocrinology (2011) 36, 502-513), HS Daniel Silverman et al. Kittel e Voda (1998), Structured Clinical Interview for DSM-IV Axis I Disorders (SCID-I; First et al., 1997), (Amann-Gainotti & Menci, 1993; Kittel et al., 1998; Stephens, 2001). Christine Laznik Idrissi el Ganouni,2002, Bosworth et al(2001), Bromberger, J. T., Meyer P. M., Howard M., Kravitz, D. O., Sommer, B., Cordal, A., Powell, L., Ganz, P. A., & Sutton-Tyrrel, K. (2001). Psychological distress and natural menopause: A multiethnic community study. Research, 91 (9), 1435-1442. Bush, C. M., & Zonderman, A. B. (1994). Menopausal transition and psychological distress in a nationally representative sample: Is menopause associated with psychological stress? Journal of Ageing & Health, 6 (2), 209-229. Cain, V. S., Johannes, C. B., Avis, N. E., Mohr, B., Skurnick, J., & Ory, M. (2003). Sexual functioning and practices in a multi-ethnic study of midlife women: Baseline results from SWAN. The Journal of Sex Research, 40 (3), 266-276. Deutsch, H. (1967). La psychologie des femmes: Étude psychanalytique. Paris: Presses Universitaires de France. First, M. B., Spitzer, R. L., Gibbon, M., & Williams, J. B. W. (1997). User’s guide for the structured clinical interview for DSM-IV axis I disorders – Clinician version (SCID-CV). Washington, DC: American Psychiatric Press.










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14 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO, STRESS (ESTRESSE) RELEVANTE;

QUANDO CONSIDERAMOS O STRESS (ESTRESSE), TEMOS NECESSIDADE DE PRESTARMOS ATENÇÃO NO ESTRAGO ORGÂNICO, METABÓLICO, HORMONAL, EM RESUMO O COMPROMETIMENTO À QUALIDADE DE VIDA QUE NOS ACARRETA.

OS SINTOMAS CLÁSSICOS QUE SE OBSERVAM COM GRANDE FREQUÊNCIA EM PESSOAS STRESSADAS (ESTRESSADAS), ALÉM DE UM ACOMPANHAMENTO DE ORDEM PSICOGÊNICA, EXISTEM NECESSIDADES OUTRAS, COMO CORRIGIR DISFUNÇÃO FISIOLÓGICA DO ORGANISMO PROVOCADO POR ESTE MAL DA CIVILIZAÇÃO, QUE MUITO POUCAS PESSOAS, VEZ OU OUTRA NÃO TENHA SIDO SUBMETIDA. AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL; MAIOR RISCO DE DERRAME; MAIOR SUSCEPTIBILIDADE A INFECÇÕES, DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS, COMO DIARREIA E CONSTIPAÇÃO; DESORDENS ALIMENTARES, GANHO OU PERDA EXCESSIVOS DE PESO; RESISTÊNCIA À INSULINA QUE ESTÁ ASSOCIADA AO DIABETES TIPO 2, E EXACERBAÇÃO DO DIABETES; DOR DE CABEÇA DO TIPO TENSIONAL; INSÔNIA; DIMINUIÇÃO DO DESEJO SEXUAL E IMPOTÊNCIA TEMPORÁRIA NOS HOMENS; EXACERBAÇÃO DA TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL; DIMINUIÇÃO DA CONCENTRAÇÃO, INIBIÇÃO DO APRENDIZADO E REDUÇÃO DA MEMÓRIA; EXACERBAÇÃO DE LESÕES DE PELE, COMO POR EXEMPLO, A ACNE.

Considerando os problemas mais relevantes do stress, que pode ter sua evolução para o estado depressivo, alguns desses problemas merecem mais atenção, pela intensidade dos seus comprometimentos: A hipertensão arterial (HTA), hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência e relevantes no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou tensiômetro, tendo como causas a hereditariedade (genética), a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse (stress), o fumo, depressão relevante, e outras causas.
Pessoas afro-descendente possuem mais risco de serem hipertensas. A sua incidência aumenta com a idade, mas também pode ocorrer na juventude, fase infanto-juvenil, incluindo bebês. Existe um problema para diferenciar a pressão alta da pressão considerada normal. Ocorre variabilidade entre a pressão diastólica e a pressão sistólica e é difícil determinar o que seria considerado normal e anormal neste caso. Alguns estudos farmacológicos antigos criaram um mito de que a pressão diastólica elevada seria mais comprometedora da saúde que a sistólica. Na realidade, um aumento nas duas é fator de risco. Considera-se hipertenso o indivíduo que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90 mm Hg ou 14x9, durante seguidos exames, de acordo com o protocolo médico. Ou seja, uma única medida de pressão não é suficiente para determinar a patologia. Outra forma de estresse, (stress) agudo é uma reação a uma ameaça imediata, que pode ser qualquer situação que é experimentada como um perigo. Algumas pessoas, por exemplo, tem verdadeiro pavor de viajar de avião, e quando o fazem, apresentam um estresse passageiro (temporário). Na maioria dessas circunstâncias de estresse (stress) agudo, uma vez eliminado o fator estressante diminui sua relevância, a resposta do organismo se inativa e os níveis dos hormônios voltam ao normal. Entretanto, a vida moderna frequentemente nos expõe a situações cronicamente estressantes, e a resposta do organismo ao estresse (stress) não é suprimida tornando-se relevante, nesses casos a função hormonal fica comprometida e é necessária a intervenção do endocrinologista ou neuroendocrinologista. Dentre os fatores estressantes crônicos, está a pressão no trabalho, problemas de relacionamento, solidão, problemas financeiros e a insegurança, além do comprometimento da saúde com todos os sinais e sintomas clássicos.
O stress (estresse) pode levar a sobrepeso, obesidade, ou a obesidade, obesidade visceral, intra-abdominal pode levar ao stress e depressão relevante, através da não identificação de sua auto-imagem ou mesmo através do bullying, seja em crianças, infanto-juvenis, adolescentes ou mesmo adultos, pois em qualquer dessas situações a auto-estima fica comprometida e fica distorcida a auto-imagem praticamente de forma definitiva ou por longos períodos, o que é um desastre para o indivíduo. Portanto, devemos nos cuidar para não cairmos na armadilha biopsicossocial negativa, que irá comprometer nossas existências e qualidade de vida.

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1. O stress relevante pode levar a hipertensão ou pressão alta, tendo como causas a hereditariedade (genética), a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse (stress), o fumo, depressão relevante, e outras causas...
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2. O stress (estresse) pode levar a sobrepeso, obesidade, ou a obesidade, obesidade visceral, intra abdominal pode levar ao stress e depressão relevante
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3. O stress relevante com evidências crescentes de que o stress psicológico e transtornos do humor associados estão ligados, e pode afetar negativamente o curso de doença cardiovascular...
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Científico, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo Brasil.Wright et al. 2005, Balbus-Kornfeld et al. 1995; Muldoon et al. 1996; Shih et al. 2007; Weuve et al. 2009, Jornal Especializado Rev Gastroenterol Hepatologia, dezembro 2009, Society of Behavioral Medicine (SBM) 32 Reunião Anual e Sessões Científicas: 2123, Apresentado 29 abril de 2011, Alice D. Domar, PhD, diretor do Centro Domar para Mente / Corpo Saúde em Boston, Jacky Boivin, PhD, psicólogo da saúde, Cardiff Fertilidade Estudos Grupo de Pesquisa, Universidade de Cardiff, País de Gales.Richard J. Paulson, MD, professor de obstetrícia e ginecologia; chefe, divisão da endocrinologia reprodutiva e infertilidade, University of Southern California Keck School of Medicine, Los Angeles. 2008 American Academy of Neurology Fellowship Award Jornalismo e Sociedade de 2010 National Press Foundation da doença de Alzheimer. Harvard School of Public Health em Boston, Massachusetts.










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13 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO, STRESS RELEVANTE E MENOPAUSA;


SE VOCÊ ESTÁ APRESENTANDO FOGACHOS (SENSAÇÕES DE CALOR REPENTINAS), FRIACHOS (SENSAÇÕES DE FRIO REPENTINAS), TENSÃO, ANSIEDADE, STRESS, DEPRESSÃO, INSÔNIA, MESMO FAZENDO USO DE MEDICAÇÃO INDICADA POR SEU NEUROPSIQUIATRA, VOCÊ JÁ ESTÁ APRESENTANDO UMA DIMINUIÇÃO GENERALIZADA DOS SEUS HORMÔNIOS, DAÍ TAMBÉM O SINTOMA DEPRESSIVO RELEVANTE, PORTANTO, VOCÊ DEVE PROCURAR UM ENDOCRINOLOGISTA OU NEUROENDOCRINOLOGISTA PARA PODER AJUDÁ-LA.


Nos Estados Unidos, cerca de 1,3 milhões de mulheres chegam à menopausa anualmente. Embora a maioria das mulheres na transição para a menopausa não apresente problemas psiquiátricos, cerca de 20% têm depressão relevante em algum momento durante a menopausa. Estudos de humor durante a menopausa têm, em geral revelado um risco aumentado de depressão relevante durante a peri-menopausa com uma diminuição no risco durante os anos pós-menopausa. Um estudo sobre o envelhecimento ovariano mostrou que os sintomas depressivos relevantes aumentam durante a transição da menopausa, e diminuem após a menopausa. Os mais fortes preditores de depressão relevante é uma história prévia de depressão, juntamente com flutuações nos níveis de hormônios reprodutivos associados com humor deprimido. Em uma pesquisa na população feminina da Holanda, 2.103 mulheres tiveram seus sintomas de depressão relevante avaliados antes da menopausa e 3 anos e ½ mais tarde, durante a transição da menopausa. As mulheres têm mais sintomas de depressão relevante durante a transição da menopausa, ou seja, na peri-menopausa. Nos Estados Unidos, um estudo de um grupo de mulheres que evoluíram naturalmente para a menopausa também demonstrou um aumento de sintomas depressivos relevantes durante a peri-menopausa.
Investigadores recrutaram mulheres pré-menopáusicas com idades entre 36 a 44 anos, sem histórico de depressão relevante maior e fizeram acompanhamento dessas mulheres por 9 anos para detectar novos inícios de depressão relevante maior.Mulheres que entraram na peri-menopausa eram duas vezes mais propensas que as mulheres que ainda não tinham passado por essa transição da menopausa a apresentar sintomas depressivos relevantes clinicamente significativos. Uma pesquisa recente mostrou que os hormônios reprodutivos produzidos durante a menopausa contribuem para alterações de humor, como a depressão relevante. Níveis mais elevados de testosterona podem levar diretamente a sintomas depressivos relevantes mais fortes durante a transição da menopausa. A menopausa, no entanto, continua a ser um preditor independente de sintomas depressivos relevantes.


AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. Embora a maioria das mulheres na transição para a menopausa não apresente problemas psiquiátricos, cerca de 20% têm depressão em algum momento durante a menopausa...
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2. Os sintomas depressivos aumentam durante a transição da menopausa, e diminuem após a menopausa...
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3. Mulheres que entraram na peri-menopausa são duas vezes mais propensas que as mulheres que ainda não tinham passado por essa transição da menopausa a apresentar sintomas depressivos clinicamente significativos...
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Soares CN, Efeitos V. Taylor e Gestão da transição da menopausa em mulheres com depressão e transtorno bipolar. J Clin Psychiatry. 2007;. 68 (suppl 9) :16-21 Cohen LS, Soares CN, Vitonis AF, Otto MW, Harlow BL. Risco de aparecimento de depressão durante a transição menopausal:. Harvard o estudo de estados de espírito e os ciclos de Arch Gen Psychiatry . Abril 2006;. 63 (4) :385-90 Bromberger JT, Schott LL, Kravitz HM, Sowers M, Avis NE, Gold EB, et al. Mudança longitudinal dos hormônios reprodutivos e sintomas depressivos em toda a transição da menopausa: resultados do Estudo da Saúde da Mulher Across the Nation (SWAN). Arch Gen Psychiatry . Junho 2010;. 67 (6) :598-607; Tom SE, Kuh D, Guralnik JM, Mishra GD. Auto-relatada dificuldade para dormir durante a transição da menopausa: resultados de um estudo de coorte prospectivo. menopausa . Novembro-Dezembro de 2010;. 17 (6) :1128-35; Marsh WK, Templeton A, Ketter TA, Rasgon NL. Aumento da frequência de episódios depressivos durante a transição da menopausa em mulheres com transtorno bipolar:. Relatório Preliminar Journal of Psychiatric Research . 2008;. 42:247-51.











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12 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO, STRESS, RELEVANTES PARA O SER HUMANO,


A DEPRESSÃO É UMA CONDIÇÃO MÉDICA DEFINIDA QUE AFETA APROXIMADAMENTE 16 A 20 % DA POPULAÇÃO MUNDIAL, E ESTA LIGADA A DIVERSAS DOENÇAS E SITUAÇÕES INCLUINDO HORMONAIS E METABÓLICAS.


PORTANTO, DISTÚRBIOS DO SONO, CORAÇÃO COM BATIMENTOS CARDÍACOS ACELERADOS, COMPROMETIMENTO NAS COSTAS, DOR NOS OMBROS OU NO PESCOÇO, TENSÃO, DORES DE CABEÇA OU ENXAQUECAS, ERUPÇÕES CUTÂNEAS, INDIGESTÃO, CÓLICAS, AZIA, GASES SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL, CONSTIPAÇÃO, DIARREIA, NÁUSEA, GANHO COM SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL OU PERDA DE PESO, DISTÚRBIOS ALIMENTARES, PERDA DE CABELO, TENSÃO MUSCULAR, SENSAÇÃO DE APERTO OU UM “NÓ” NO ESTÔMAGO, FADIGA, PRESSÃO ARTERIAL ELEVADA, BATIMENTO CARDÍACO IRREGULAR, PALPITAÇÕES, ASMA OU FALTA DE AR, APNEIA INSÔNIA, INQUIETAÇÃO, DORMIR DEMAIS, DOR TORÁCICA, PALMAS DAS MÃOS SUADAS OU MÃOS OU PÉS FRIOS, DOENÇAS DE PELE, DOENÇA PERIODONTAL, DOR DE MANDÍBULA, PROBLEMAS REPRODUTIVOS, SUPRESSÃO DO SISTEMA IMUNE (RESFRIADOS FREQÜENTES, GRIPE OU INFECÇÕES), INIBIÇÃO DO CRESCIMENTO E ESTATURA, DOR CRÔNICA.

Depressão é uma doença que vem acometendo ao longo dos anos, afetando adultos, jovens, crianças e bebês, independentemente da sua situação econômica ou condição social além de poder estar associado a problemas genéticos. A depressão afeta todo o sistema emocional e é causada por vários fatores sociais e orgânicos. Havendo um risco maior para a mulher, como depressão pós-parto, no climatério, menopausa, TPM, síndrome pré-menstrual, no ciclo menstrual, disfunções da tireóide como o hipotireoidismo e o hipertireoidismo relevante, também aparecem na terceira idade invariavelmente, e na adolescência e nas crianças ou infantil e juvenil. Sabemos que é uma doença que eventualmente pode ser multidisciplinar, mas independente dos acometimentos biopsicossociais, e uma doença de causas individuais e que é uma doença que tem tratamento personalizado, principalmente na área de endocrinologia ou neuroendocrinologia, onde pode ser de extrema relevância. A depressão incapacita e cria problemas no seio familiar, social e econômico, tendo que haver uma grande compreensão mais eficiente, carinho e ajuda da parte de todos aqueles que lidam no seu dia-a-dia com esta doença, e sempre que possível a prevenção, que é o mote das soluções eficientes dos problemas.
A vida moderna, com o seu ritmo acelerado, leva ao stress e o stress não sendo tratado, leva a depressão, este fato que acompanha par e passo a sociedade e o ser humano individualmente, não se trata apenas de um fator comportamental, muitas vezes estão envolvidas situações orgânicas relevantes que são graves e quando insuportáveis o nível de comprometimento pode chegar a consequências desastrosas sem retorno. Portanto os sintomas e sinais que nos levam a concluir que algo não está correndo de acordo com o que entendemos como saudável, devem ser acompanhados por profissionais, e descartar sempre com um endocrinologista ou neuroendocrinologista, se os sintomas relacionados frequentemente com estas especialidades, pois poderão auxiliar os pacientes, que pensam apresentar doenças menos complexas e se depararem com uma doença especializada que embora curável, necessita de tratamento.

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1. A vida moderna, com o seu ritmo acelerado, leva ao stress e o stress não sendo tratado, leva a depressão, este fato que acompanha par e passo a sociedade e o ser humano individualmente...
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2. A depressão eo stress podem compormeter a saúde do ser humano com distúrbios do sono, coração com batimentos cardíacos acelerados, comprometimento nas costas, dor nos ombros ou no pescoço, tensão, dores de cabeça ou enxaquecas, erupções cutâneas, indigestão, cólicas, azia, gáses, síndrome do intestino irritável, constipação, diarréia, náusea, ganho com sobrepeso, obesidade...
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3. Fatores ambientais e genéticos têm também um papel no desenvolvimento da depressão e o stress...
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Referências Bibliográficas:
PROF. DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA HENRIQUETA V. CAIO, 25 JULHO 2011, São Paulo - Brasil, Robert H. Willians, MD , Sidney H. Ingbar - MD, Kenneth A.Woeber Chefe prof. Dr. Univercidade do Texas, chief of Division of Endocrinology and Metabolism, Universidade of Texas Health Science Center, San Antonio, Arq Bras Endocrinol Metab 2002;46/2:150-154,
Mark O. Goodarzi, Daniel A. Dumesic, GregorioChazenbalk & Ricardo Azziz. Nature Reviews Endocrinology 7, 219-231 (April 2011) | doi:10.1038/nrendo.2010.217.


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11 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEPRESSÃO, STRESS, RELEVANTE;



SE VOCÊ ESTÁ SENTINDO DEPRESSÃO, IRRITABILIDADE, INTOLERÂNCIA, SENSAÇÃO DE PÂNICO, INSÔNIA, DIFICULDADE PARA DORMIR UM SONO REPARADOR, DOR DE CABEÇA, ALTERAÇÃO DE HUMOR, SEM CAUSA APARENTE, TOMANDO MEDICAÇÃO CORRETA DE SEU PSIQUIATRA, TERÁ QUE DESCARTAR A PRESENÇA DE DOENÇAS HORMONAIS OU METABÓLICAS.


COMO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL, POIS ESSES SINTOMAS TAMBÉM ESTÃO PRESENTES EM DIVERSAS DOENÇAS ENDOCRINOLÓGICAS E NEUROENDOCRINOLÓGICAS, EM QUALQUER FASE DA VIDA, EMBORA MAIS FREQUENTEMENTE APÓS OS 40 ANOS DE IDADE, ONDE DIVERSOS HORMÔNIOS COMEÇAM A DIMINUIR EM QUANTIDADE E EFICIÊNCIA.

Depressão é uma palavra frequentemente usada para descrever nossas emoções e sentimentos. Todos se sentem “down”, "para baixo" de vez em quando, ou de “alto astral” às vezes e tais sentimentos são normais. É claro que é muito diferente de um diagnóstico neuro – psiquiátrico. Uma boa comparação que possamos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão neuro - psiquiátrica e a depressão “normal” seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão.
Entretanto, independente de alterações comportamentais, a deficiência de hormônios e disfunções metabólicas também levam a uma série de sintomas multidisciplinares e deve ser acompanhada também por endocrinologista ou neuroendocrinologista pois além de outros sintomas como irritação, intolerância, sensação de pânico, insônia, dor de cabeça, alteração de humor, stress, depressão pode ser relevante. A depressão está associada com um risco moderadamente aumentado de acidente vascular cerebral futuro, conforme mostra um recente estudo, "Sabemos que a depressão está associada a um risco aumentado de doença cardiovascular, e também sabemos que a depressão pós-AVC acidente vascular cerebral, é comum, conforme pesquisas da Harvard School of Public Health em Boston, Massachusetts. O Stress prejudica o desenvolvimento do metabolismo da glicose em indivíduos anteriormente normoglicêmicos, de acordo com os resultados do Australian Diabetes, dificultando a gestão de pacientes diabéticos compensados, ficando comprometido seu controle. O stress relevante materno durante a segunda metade da gravidez está associado a um aumento significativo do risco para resultados adversos no nascimento (ex:diabetes gestacional). O stress relevante com evidências crescentes de que o stress psicológico e transtornos do humor associados estão ligados, e pode afetar negativamente o curso de doença inflamatória gastrointestinal. Outro fator, ou seja o comprometimento da cognição está ligada à depressão e ao stress relevante. A palavra cognição é derivada da palavra latina cognitione, que significa a aquisição de um conhecimento através da percepção. É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento e na percepção, também na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
De uma maneira mais simples, podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos. Declínio cognitivo tem sido associado com o envelhecimento, e como a população mundial de mais idade tem aumentado, existe uma preocupação crescente sobre as implicações da disfunção cognitiva. No entanto, o declínio cognitivo varia muito entre as idades, o que sugere que pode não ser apenas uma consequência natural do envelhecimento, mas pode estar ligada a múltiplos fatores de risco, entre esses fatores a depressão associada ao stress relevante, e outras doenças metabólicas e hormonais. O que se deduz é que embora a depressão possa ser minorada com tratamentos adequados e o stress relevante possa ser administrado com regular eficiência, tais fatores podem ser causados por muitos fatores multidisciplinares e pessoas que apresentam tais sintomas devem procurar ajuda profissional, e descartar todos os tipos de intercorrência, principalmente a possibilidade de ser um processo endocrinológico ou neuroendocrinológico, como tireóide, climatério, síndrome pré menstrual, TPM e outras doenças.

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3. O stress relevante com evidências crescentes de que o stress psicológico e transtornos do humor associados estão ligados, e pode afetar negativamente o curso de doença inflamatória gastrointestinal...
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Científico, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo Brasil.Wright et al. 2005, Balbus-Kornfeld et al. 1995; Muldoon et al. 1996; Shih et al. 2007; Weuve et al. 2009, Jornal Especializado Rev Gastroenterol Hepatologia, dezembro 2009, Society of Behavioral Medicine (SBM) 32 Reunião Anual e Sessões Científicas: 2123, Apresentado 29 abril de 2011, Alice D. Domar, PhD, diretor do Centro Domar para Mente / Corpo Saúde em Boston, Jacky Boivin, PhD, psicólogo da saúde, Cardiff Fertilidade Estudos Grupo de Pesquisa, Universidade de Cardiff, País de Gales.Richard J. Paulson, MD, professor de obstetrícia e ginecologia; chefe, divisão da endocrinologia reprodutiva e infertilidade, University of Southern California Keck School of Medicine, Los Angeles. 2008 American Academy of Neurology Fellowship Award Jornalismo e Sociedade de 2010 National Press Foundation da doença de Alzheimer. Harvard School of Public Health em Boston, Massachusetts.










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